terça-feira, 16 de novembro de 2010

S&T Editores lançou perfil biográfico de Anselmo Boos




“Anselmo Boos por Anselmo Boos”. Assim pode ser definido o livro “Eu Sou Anselmo Boos”, um perfil biográfico assinado por Anselmo Boos, Gênice Suavi e Saulo Adami, lançado dia 12 de novembro, às 20 horas, na Sociedade Recreativa Guabirubense, durante as comemorações do 75º. aniversário de Anselmo Boos. O livro tem 64 páginas e dezenas de fotografias que mostram a trajetória de vida do filho do criador do município de Guabiruba, sobre quem a S&T Editores já lançou “Carlos Boos nunca soube dizer não!”, em 13 de dezembro de 2005.


Revista História Catarina dedica 28 páginas aos livros da S&T Editores




Está nas bancas a edição de outubro 2010 (número 24) da “Revista História Catarina” (Editora Leão Baio, Lages, SC), editada pelo historiador Cláudio Rodrigues da Silveira, trazendo 28 páginas com dois artigos (“O Carnaval Sangrento de 1912: Resgate da memória de Itajaí” e “Epidemias de tifo fecharam as fronteiras de Brusque”) e uma entrevista exclusiva com o escritor e editor Saulo Adami. Os artigos mencionados foram retirados dos livros que a S&T Editores lançou em 2010: “Jornaes de Hontem: Manoel Ferreira de Miranda e o Primeiro Diário de Itajahy”, de Saulo Adami, Tina Rosa e Gênice Suavi, e “Guabiruba de Todos os Tempos”, de Saulo Adami e Tina Rosa.


Kuranda

Breve biografia
Saulo Adami: escritor catarinense
Criador da S&T Editores
50 livros publicados
Livro mais recente: Kuranda, 112 páginas.

Kuranda (S&T Editores, 2010) é o 50º livro da carreira de Saulo Adami, escritor catarinense que há 36 anos vem traçando o caminho das letras. Filho de comerciantes, Adami apaixonou-se pela leitura desde o primeiro instante em que se percebeu capaz de decodificar a escrita. O resultado não poderia ser outro: queria porque queria ser escritor quando crescesse.
Depois de atuar por 20 anos na imprensa escrita de Santa Catarina, hoje, aos 45, Adami pode desfrutar do seu sonho plenamente. Kuranda não é apenas mais um novo título da S&T Editores. É a consolidação de uma nova fase na carreira do escritor que, mesmo estando longe dos grandes centros e apostando em uma atividade pouco valorizada no Brasil, consegue lançar entre oito e 17 livros por ano com a sua marca.
O primeiro livro de sua autoria foi publicado quando ele ainda estava com 17 anos. É uma coletânea de poesias, contos e crônicas intitulada Cicatrizes. Paralelamente aos livros e jornais, o autor também escreveu peças de teatro, algumas inclusive premiadas em festivais de diversas partes do Brasil.
Em 1978 Adami começou a juntar ao prazer de escrever sua segunda grande paixão: séries de cinema e TV, mais especificamente uma: O Planeta dos Macacos. Suas pesquisas constantes levaram à criação de dois livros: O único humano bom é aquele que está morto! (Editora Aleph/S&T Produções, 1996) e Diários de Hollywood: Um Brasileiro no Planeta dos Macacos (S&T Editores, 2008).
O primeiro rende reconhecimentos ao autor até hoje. Ele ainda recebe convites para palestras e viagens para falar sobre a série e o livro, que já é considerado uma relíquia entre os cinéfilos. O segundo conta a história da relação de Adami com O Planeta dos Macacos, como surgiu essa paixão, todas as viagens (inclusive aos Estados Unidos), entrevistas e contatos com atores, diretores, produtores, maquiadores, toda a busca por informações, documentos, imagens, objetos e todo o processo de concepção de O único humano bom é aquele que está morto!
Em 2004, depois de passar pela última redação de jornal impresso da sua carreira, Adami criou a S&T Editores. Até agora já são mais de 70 mil exemplares de 60 livros e 25 autores diferentes nas áreas de literatura, história, direito, administração, biografia e cinema.
No ano passado, em co-autoria com sua esposa, Tina Rosa, Adami lançou seu quinto livro sobre a história de Brusque, cidade onde nasceu, em Santa Catarina. Intitulado Histórias e Lendas da Cidade Schneeburg, a obra foi premiada pela Academia Catarinense de Letras como o Melhor Livro de História do Ano.
Kuranda é a cristalização de toda essa caminhada. Um livro inspirado, literalmente. Surgiu de um flash. Uma imagem instantânea. E hoje é a consagração de um projeto que nasceu há 45 anos, em uma pequena cidade catarinense, quando o filho dos comerciantes Tereza Conte e Luís Avaní Adami aprendeu a ler...

FICHA TÉCNICA
Título: Kuranda.
Autor: Saulo Adami.
Editora: S&T Editores.
Gênero: Romance.
Ano de lançamento: 2010.
Crédito das Fotos: Tina Rosa.
Formato: 14 cm x 21cm.
Quantidade de páginas: 112
Preço: R$ 19,90.
O livro é uma narrativa sobre o único Kuranda branco de que se tem notícia e conta o modo curioso como essa história foi parar nas mãos de Saulo Adami.

CONTATOS:
Com Saulo Adami:
E-mail: apedami@yahoo.com.br
Blog: www.steditores.blogspot.com
Cartas: Caixa Postal 496 – Brusque, SC, 88350-970 – Brazil

ASSESSORIA:
Giselle Zambiazzi – Livreverso Comunicação
(14) 3765-1078 / 8124-1664
kurandabook@gmail.com

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Kuranda, o blog oficial do livro!




O último livro lançado de Saulo Adami ganhou um blog exclusivo. Acesse e acompanhe todas as novidades desse livro.

Olá!

Viemos abastecê-los com mais algumas informações sobre a trajetória do autor catarinense Saulo Adami, que está lançando o 50º livro de sua carreira: Kuranda, obra esta que resgata uma curiosa história secular e desconhecida.

A entrevista que segue contém algumas das informações que podem ser exploradas em uma conversa com Adami, além do próprio Kuranda, como:

* O livro O único humano bom é aquele que está morto! (Editora Aleph/S&T Produções, 1996), que já é tido como raridade entre cinéfilos de todo o mundo.

* As viagens aos Estados Unidos em busca de informações sobre a série O Planeta dos Macacos. Em uma delas, Adami participou de uma sessão de maquiagem com Bill Blake, maquiador premiado de Hollywood, transformando-se em dois personagens da série: Cornélius e César.

* Como uma editora consegue sobreviver (e bem!) em um Estado como Santa Catarina. Adami faz um panorama da produção literária brasileira e regional, com dados e estatísticas bastante interessantes. Sua editora, a S&T, tem apenas seis anos e não depende da venda de livros para manter-se e encontra-se em pleno crescimento.

* Sua estratégia para conseguir alcançar o sonho de ser escritor e viver exclusivamente desta atividade no Brasil, e mais, longe do eixo Rio-São Paulo.

A seguir, a entrevista com estas e outras informações. Esperamos que possamos desenvolver um bom trabalho.

Abraços,

Equipe da S&T Editores

Todos os livros da S&T Editores

2004

História Secreta do Arrayal dos Cunhas, Terra Generosa: História de Massaranduba – SC, Agrolândia: De Trombudo Alto aos Nossos Tempos, Alto Rio dos Bugres: As Origens do Município de Imbuia, Paisagens da Memória: A Criação do Município de Vidal Ramos e Rio do Oeste: A História Oficial e as Outras Histórias (Saulo Adami e Tina Rosa).

2005

Nas Mãos de Deus: A Verdadeira História de Lilli Zwetsch Steffens (Lilli Zwetsch Steffens e Saulo Adami), Gracher: Uma Empresa Faz 100 Anos (Nayr Gracher, Saulo Adami e Tina Rosa) Brusque: Cidade Schneeburg e Carlos Boos Nunca Soube Dizer Não! (Saulo Adami e Tina Rosa), Cio da Estrada (Luigi Maurizi), Memórias de Guri da Roça (Nestor Adolfo Eckert), Prelúdio Poético (Maria do Carmo Tridapalli Facchini).

2006

Movidos pela Esperança: A História Centenária de Ilhota (Viviane dos Santos e Elaine Aparecida de Souza), Concórdias... Em Despeio!, Poema Veríssimo (Luigi Maurizi), João Paulo I: O Papa que queria mudar o mundo! Sua vida e o mistério de sua morte (Gian Pietro Bontempi), Colégio Salesiano Itajaí – 50 Anos e Brusque Era Maior: Viajantes do Tempo (Saulo Adami e Tina Rosa), Vida Secreta de Seminarista (Nestor Adolfo Eckert) e Na Boca do Gol (Valdir Appel).

2007

Lauterbach: Aurora de Nossa História, Para Sempre na Memória: A história da Festa dos Motoristas e da construção da Capela São Cristóvão e Brusque Vai à Guerra: Novas Visões da História (Saulo Adami e Tina Rosa), Anjo Aprendiz (Gênice Suavi), Verso de Querena: A Cidade de um Porto, Latência e Verso de Desdiga (Luigi Maurizi), Ética: Função Jurisdicional Due Process of Law e o Princípio da Razoabilidade (Edson Ristow) e De Amor e de Saudade: O Diário do Vovô na Guerra (Saulo Adami).

2008

Walter Orthmann: 70 Anos de Trabalho na RenauxView, Itajahy na Visão dos Viajantes, Duplo Girassol e Brusque Operária: Comércio e Indústria (Saulo Adami e Tina Rosa), Gestão de Vendas: Estratégia, planejamento, administração e desenvolvimento da força de vendas (Rogério Lana), Gorjeio Insonte, Amar é Quase Assim... (Luigi Maurizi), Diários de Hollywood: Um Brasileiro no Planeta dos Macacos, O Caso do Esqueleto Sem Cabeça, Quarto Crescente e Palavra Tardia (Saulo Adami), Tradição de Amizade (Henning Jönk, Saulo Adami e Tina Rosa), Tratado Político Sobre o Município (Tarcísio Voss) e Uma Face (Marly Scottini Geiser e Saulo Adami).

2009

Os Sete Anos de Thalia (Naomi Gevaerd), Willy Hoffmann: Ambientalista por Vocação, Histórias e Lendas da Cidade Schneeburg e Vocação para o Trabalho: 0Kohler & Cia. – 60 anos de uma história construída em família (Saulo Adami e Tina Rosa), ...Com Liberdade às Borboletas! (Maria do Carmo Tridapalli Facchini), Alienígenas no Comércio: Uma História Sindical (Edu Gevaerd Neto e Paulo César Sedrez), Qual é a sua Verdade? (Gênice Suavi, fotografias de Tina Rosa, Brusque Polonesa (Celso Deucher) e Alma Poética (Anna Lívia Breneissen Lombardi).

2010

Judas e Jesus: Retratos de uma História (Álvaro Lombardi), Jornaes de Hontem: Manoel Ferreira de Miranda e o primeiro Diário de Itajahy (Saulo Adami, Tina Rosa e Gênice Suavi), Entre o rio e o mar (Ivan Carlos Serpa), O goleiro acorrentado (Valdir Appel), Guabiruba de todos os tempos (Saulo Adami e Tina Rosa), Arthur Schlösser e a criação dos Jogos Abertos de Santa Catarina (Saulo Adami), O Anjo que te acorda (Tina Rosa e Gênice Suavi), Kuranda (Saulo Adami) e Pedalando pelo Tempo: História da Bicicleta em Brusque (Ricardo José Engel).

CONTATOS:

Com Saulo Adami:

E-mail:

apedami@yahoo.com.br

Blog:

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Kuranda: Breve biografia

Saulo Adami: escritor catarinense

Criador da S&T Editores

50 livros publicados

Livro mais recente: Kuranda, 112 páginas.

Kuranda (S&T Editores, 2010) é o 50º livro da carreira de Saulo Adami, escritor catarinense que há 36 anos vem traçando o caminho das letras. Filho de comerciantes, Adami apaixonou-se pela leitura desde o primeiro instante em que se percebeu capaz de decodificar a escrita. O resultado não poderia ser outro: queria porque queria ser escritor quando crescesse.

Depois de atuar por 20 anos na imprensa escrita de Santa Catarina, hoje, aos 45, Adami pode desfrutar do seu sonho plenamente. Kuranda não é apenas mais um novo título da S&T Editores. É a consolidação de uma nova fase na carreira do escritor que, mesmo estando longe dos grandes centros e apostando em uma atividade pouco valorizada no Brasil, consegue lançar entre oito e 17 livros por ano com a sua marca.

O primeiro livro de sua autoria foi publicado quando ele ainda estava com 17 anos. É uma coletânea de poesias, contos e crônicas intitulada Cicatrizes. Paralelamente aos livros e jornais, o autor também escreveu peças de teatro, algumas inclusive premiadas em festivais de diversas partes do Brasil.

Em 1978 Adami começou a juntar ao prazer de escrever sua segunda grande paixão: séries de cinema e TV, mais especificamente uma: O Planeta dos Macacos. Suas pesquisas constantes levaram à criação de dois livros: O único humano bom é aquele que está morto! (Editora Aleph/S&T Produções, 1996) e Diários de Hollywood: Um Brasileiro no Planeta dos Macacos (S&T Editores, 2008).

O primeiro rende reconhecimentos ao autor até hoje. Ele ainda recebe convites para palestras e viagens para falar sobre a série e o livro, que já é considerado uma relíquia entre os cinéfilos. O segundo conta a história da relação de Adami com O Planeta dos Macacos, como surgiu essa paixão, todas as viagens (inclusive aos Estados Unidos), entrevistas e contatos com atores, diretores, produtores, maquiadores, toda a busca por informações, documentos, imagens, objetos e todo o processo de concepção de O único humano bom é aquele que está morto!

Em 2004, depois de passar pela última redação de jornal impresso da sua carreira, Adami criou a S&T Editores. Até agora já são mais de 70 mil exemplares de 60 livros e 25 autores diferentes nas áreas de literatura, história, direito, administração, biografia e cinema.

No ano passado, em co-autoria com sua esposa, Tina Rosa, Adami lançou seu quinto livro sobre a história de Brusque, cidade onde nasceu, em Santa Catarina. Intitulado Histórias e Lendas da Cidade Schneeburg, a obra foi premiada pela Academia Catarinense de Letras como o Melhor Livro de História do Ano.

Kuranda é a cristalização de toda essa caminhada. Um livro inspirado, literalmente. Surgiu de um flash. Uma imagem instantânea. E hoje é a consagração de um projeto que nasceu há 45 anos, em uma pequena cidade catarinense, quando o filho dos comerciantes Tereza Conte e Luís Avaní Adami aprendeu a ler...

FICHA TÉCNICA

Título: Kuranda.

Autor: Saulo Adami.

Editora: S&T Editores.

Gênero: Romance.

Ano de lançamento: 2010.

Crédito das Fotos: Tina Rosa.

Formato: 14 cm x 21cm.

Quantidade de páginas: 112

Preço: R$ 19,90.

O livro é uma narrativa sobre o único Kuranda branco de que se tem notícia e conta o modo curioso como essa história foi parar nas mãos de Saulo Adami.

CONTATOS:

Com Saulo Adami:

E-mail: apedami@yahoo.com.br

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SAULO ADAMI: Sou o que sempre quis ser: escritor!





Escritor e editor Saulo Adami nasceu em Brusque, Santa Catarina, em 21 de fevereiro de 1965, filho dos comerciantes Tereza Conte e Luís Avaní Adami. Até dezembro de 2006, morou no bairro Arraial dos Cunhas, em Itajaí, cidade na qual fez seus estudos. Não cursou universidade, trabalhou mais de 20 anos como repórter e editor de jornais, e desde a infância escreve suas histórias. Publicou o primeiro livro aos 17 anos (Cicatrizes, poesia) e até setembro de 2010 publicou outros 46 livros de sua autoria, boa parte deles em parceria com a fotógrafa Tina Rosa, com quem seu casou há 25 anos.


Em 1975, escreveu e montou sua primeira peça teatral, Show do Riso. Em 1978, iniciou as pesquisas sobre as séries de cinema e TV O Planeta dos Macacos (Planet of the Apes) que resultaram nas publicações do fãzine Century City News International Edition e dos livros O único humano bom é aquele que está morto! (1996) e Diários de Hollywood: Um Brasileiro no Planeta dos Macacos (2008, edição português/inglês), na produção do documentário curta-metragem Forbidden Zone Telegraph (2000) sobre sua viagem de pesquisas aos Estados Unidos (1999) e na exposição multimídia A Casa do Macaco (The Ape House, 2001). Com Tina Rosa, criou a S&T Editores, que desde 2004 publicou mais de 70 mil exemplares de 60 livros de 25 autores diferentes nas áreas de literatura, história, direito, administração, biografia e cinema. Em Guabiruba, na Estância São Francisco de Assis, onde mora com a esposa, seus cães e milhares de pássaros que vivem livres, Saulo Adami cria e desenvolve projetos literários e produz livros de outros autores que o procuram para cuidar de suas obras. Membro da Academia de Letras Balneário Camboriú, ocupa a cadeira número 30, tendo como patrono Jorge Amado. Em 2009, seu quinto livro sobre a história de Brusque (Histórias e Lendas da Cidade Schneeburg), escrito com Tina Rosa, foi premiado pela Academia Catarinense de Letras como o melhor livro de história do ano. Em 11 de setembro, na Sociedade Esportiva Bandeirante de Brusque, lançou 8 mil exemplares da primeira edição do perfil biográfico Arthur Schlösser e a Criação dos Jogos Abertos de Santa Catarina (S&T Editores, 2010) durante o cinquentenário dos JASC.


Você sempre quis ser escritor?


SAULO ADAMI – Sempre. Na escola, quando me perguntavam o que eu queria ser quando crescesse, eu sempre respondia: “Quero ser escritor”. Eu queria ser um escritor com livros publicados sobre os mais diferentes assuntos, um escritor que recebesse cartas de leitores e colaboradores espalhados pelo mundo afora, que um dia teria uma estante abarrotada de títulos que escreveu, alguns deles publicados em outros idiomas.


E quando foi que esta história começou?


SAULO ADAMI – Esta história teve início em 1973, quando eu estava com meus oito anos de idade e começava a frequentar a segunda série da escola primária. Na pequena estante de livros que eu tinha no meu quarto, algumas obras referenciais da literatura dividiam espaços com histórias em quadrinhos – afinal, eu era normal –, e dicionários de idiomas, sendo que os mais atraentes para mim eram os de línguas espanhola e inglesa, além de revistas sobre cinema e seriados de televisão. Esta paixão pelas histórias me trouxe para os dias de hoje como alguém interessado em contribuir para transformar o quintal de nossa casa em outro planeta, em um planeta que vivia na cabeça de um menino que não se preocupava apenas em brincar; era um menino curioso, acima de tudo curioso, sempre interessado em abrir um livro para ler e para ver se descobria como tinha sido escrito e impresso. Como seria a gráfica que o imprimiu? Quem eram, como eram e onde poderiam ser encontrados aqueles homens que criaram aquelas histórias, que fizeram aquelas fotografias e ilustrações que tanto atraíram meus olhos e atiçaram minha imaginação? Eu admirava aquelas pessoas, e sonhava com a possibilidade de (um dia) poder realizar algo como elas realizavam. E se conseguisse fazer isso e ainda ganhar dinheiro com o meu talento, então seria perfeito! Já pensou, um garoto do Arraial dos Cunhas escrevendo histórias para todo mundo ler? Já pensou? E por que não?


Mas, do que você sobreviveu, antes de ser o escritor que sempre quis ser?


SAULO ADAMI – Eu fiz de tudo um pouco, desde serviços de copydesk até revisão, redação e edição de jornais. Fiz coberturas de eleições antes e depois da criação do voto eletrônico, catástrofes como as enchentes de 1984 e 2008, atendendo a todas as editorias, desde polícia até lazer e cultura. Comecei carreira profissional no jornalismo em 1985, colaborando com o semanário Tribuna de Brusque. Fui colunista, repórter e editor, e o meu trabalho chamou a atenção de outros jornais de maior abrangência, como os diários O Estado (Florianópolis), Jornal de Santa Catarina (Blumenau) e A Notícia (Joinville), onde fui repórter da sucursal de Brusque, nas décadas de 1980 e 1990. Encerrei minha carreira como jornalista em 2001, depois de passar um tempo nos Estados Unidos. Eu voltei para Brusque e fiz a transição do semanário O Município para o diário Município Dia-a-Dia. Criei o título do jornal, montei a equipe de redação e fui editor durante os primeiros cinco meses. Depois de 20 anos de trabalho na área, decidi que deveria mudar de rumo. Deixei o jornalismo para me dedicar exclusivamente à produção de livros, como escritor e editor. Guardei apenas as boas lembranças dessas experiências, foi um tempo bom no qual convivi com algumas das maiores expressões do jornalismo e do radiojornalismo daqueles tempos, e com todos aqueles profissionais ou amadores eu aprendi alguma coisa.


Você já era fã de ficção científica quando começou a pesquisar O Planeta dos Macacos? Quais eram as suas histórias favoritas?


SAULO ADAMI – Sempre gostei de ficção científica, li alguns livros de Isaac Asimov, Edgar Rice Burroughs e Edgar Wallace, assisti séries de TV Além da Imaginação, O Túnel do Tempo e Terra de Gigantes, mas nunca colecionei itens de outro tema a não ser do Planeta dos Macacos. Eu queria apenas estudar este tema, a coleção com os mais de 1.800 itens que tenho hoje foi consequência. Meu interesse era saber como tudo era feito: o cenário da cidade dos macacos, a maquiagem dos macacos e dos mutantes, o roteiro... Sempre fui curioso, e comecei a escrever meus contos e livros ainda criança. Eu lembro de mim escrevendo novas aventuras para personagens do cinema e da TV desde os 9 anos idade.


Quando você foi aos Estados Unidos pela primeira vez?


SAULO ADAMI – Em 1988, como convidado da Starcon, megaconvenção de cinema e televisão, oportunidade que devo ao meu amigo Jeff Krueger, de Anaheim, Califórnia. Na Starcon 97, Jeff coletou autógrafos dos atores em um exemplar do meu livro O único humano bom é aquele que está morto! (Editora Aleph/S&T Prtoduções, 1996), despertando a curiosidade dos organizadores do evento que me convidaram. Foi a realização de um sonho estar frente a frente com astros, estrelas e técnicos que fizeram a minha série favorita. Toda esta história está no livro Diários de Hollywood: Um Brasileiro no Planeta dos Macacos (S&T Editores, 2008), resultado de minhas anotações de viagens. Bilíngue (português/inglês), novidade para fãs e pesquisadores, e reúne fotografias e histórias exclusivas. Também foi impresso com recursos próprios.


O brasileiro não lê. Isto é lenda ou fato?


SAULO ADAMI – Há quem diga que o brasileiro não lê, mas isso não é verdade. Porque são publicados no Brasil mais de 60 livros por dia, são cerca de dois mil livros por mês, 21 mil por ano. Em Santa Catarina , somos mais de 300 editores, considerando-se apenas as pessoas jurídicas. Em 2008, a S&T Editores lançou 17 títulos, outros 11 em 2009... A produção literária tem crescido e acredito que em parte este crescimento se deve à facilidade que temos hoje em dia para publicar um livro em nosso próprio estado. Temos gráficas especializadas em livros em Santa Catarina , ao contrário de há 15 anos atrás, quando tínhamos que recorrer às empresas de São Paulo ou do Rio de Janeiro. Lembro que fazíamos quase tudo via sedex, que era caríssimo e há vinte anops atrás a comunicação era prejudicada pela inexistência de internet, por exemplo. Hoje, a história é outra: a qualidade do livro impresso pelas empresas gráficas de Santa Catarina é igual ou superior à média nacional.


Depois de impresso, qual a etapa mais difícil de ser cumprida na trajetória do livro como produto?


SAULO ADAMI – A distribuição... Santa Catarina ainda tem poucas distribuidoras. Se o livro não tem patrocínio, a distribuição fica quase inviável. O segredo está em divulgar, colocá-lo em livrarias e pontos alternativos, usar recursos da internet... No caso da S&T Editores, não dependemos da venda de livros. Vivemos da criação e do desenvolvimento de projetos editoriais, sendo contratados para escrever, revisar, editorar ou coordenar a edição de um livro.


O que ainda falta na historiografia catarinense?


SAULO ADAMI – Muita coisa. Quase tudo, a começar por autores interessados. Não nascem escritores todos os dias, principalmente interessados em escrever sobre história de suas comunidades, histórias de famílias ou biografias de personalidades ou de anônimos que ajudaram a construir a história de Santa Catarina.


Como nasce um escritor?


SAULO ADAMI – Da observação, da persistência e da fé. Eu sempre digo que tudo dá um livro. Escrever dá trabalho, mas é um exercício de solidariedade. Através do livro, compartilhamos ideias, aspirações e conhecimento, e por isso quem escreve nunca está sozinho, e quem lê, também não está sozinho.


Como é a sua rotina como escritor?


SAULO ADAMI – Eu escrevo todos os dias, por horas. Não escrevo um livro de cada vez, nem gosto de ficar muito tempo com um mesmo tema, não importa o gênero que escreva. Em 2010, trabalhei em seis livros, simultaneamente, e não é raro acontecer lançamentos de mais de um título diferente no mesmo mês. Quando termino meu trabalho, e entrego o livro aos leitores, eu me sinto premiado porque me realizo na minha profissão. Ser escritor é uma felicidade rara.


Quando foi criada a S&T Editores?


SAULO ADAMI - Em 2003, quando assinamos o primeiro contrato para pesquisar, redigir e editar um livro com a história de uma cidade: Vidal Ramos, no Alto Vale do Itajaí. Paisagens da memória: A Criação do Município de Vidal Ramos foi lançado em dezembro de 2004. Eu estava desempregado havia nove meses, e tentava aliar a minha capacidade de trabalho à minha velocidade de produção de textos – habilidade adquirida como repórter, editor e assessor de imprensa – e à realização de um sonho de criança, que era viver do ofício de escrever e publicar livros. Deste esforço, nasceu a S&T Editores. A partir da criação da empresa, pela primeira vez municípios como Massaranduba, Vidal Ramos, Imbuia, Ilhota e Aurora tiveram sua história resgatada em livro. Ela surgiu como uma empresa para a produção de nossos próprios livros, mas com a procura de outras pessoas pelos nossos serviços, decidimos abrir espaços para a publicação de livros de outros autores. Hoje, nosso catálogo tem 60 títulos.


Por que a sua editora tem como símbolo um cachorro?


SAULO ADAMI – Muitas pessoas nos perguntam a mesma coisa. A cachorrinha da logomarca é nossa amada e fiel amiga de quatro patas se chamava Bella, da raça Airedale Terrier, uma bênção que chegou às nossas vidas em fevereiro de 1996, aos sete meses de idade, companhia para nossa querida Sissy, da raça Pastor Belga, de nove anos. Dois meses depois, foram envenenadas com estricnina por alguém que, fazendo isso, destruiu parte de nossa vida. Perdemos Sissy, depois de 15 dias, mas a Bella sobreviveu, graças a Deus e a competência do médico veterinário Edson Rogério de Souza. Bella sobreviveu e ficou ao nosso lado por mais oito anos, e morreu em 14 de abril de 2005. Está sepultada na Estância São Francisco de Assis, em Guabiruba.


Você e Tina Rosa escreveram vários livros sobre história de municípios de Santa Catarina e editaram livros de outros autores sobre outras cidades. A série de cinco livros sobre Brusque é a sua maior realização, como autor?


SAULO ADAMI – É uma delas. Cada livro tem sua importância e razão de existir. Todo livro merece ser publicado e lido. A série sobre Brusque é uma das campeãs de venda da S&T Editores. Foram cinco obras (Brusque: Cidade Schneeburg, 2005; Brusque Era Maior: Viajantes do Tempo, 2006; Brusque Vai à Guerra: Novas Visões da História, 2007; Brusque Operária: Comércio e Indústria, 2008; e Histórias e Lendas da Cidade Schneeburg, 2009), seis mil exemplares e mais de duas mil páginas de textos e fotografias em cinco anos. Não conheço projeto similar em Santa Catarina.


Uma das funções de um editor é tirar autores do anonimato. O seu trabalho na S&T Editores também consiste nesta prática?


SAULO ADAMI – Sim, e neste ponto demos sorte! Basta olhar ao redor para ver os primeiros livros de Nestor Adolfo Eckert (Memórias de Guri da Roça, 2005; Vida Secreta de Seminarista, 2007), Valdir Appel (Na Boca do Gol, 2006; O Goleiro Acorrentado, 2010), Gênice Suavi (Anjo Aprendiz, 2007; Qual é a sua Verdade?, 2009), Marly Scottini Geiser (Uma Face), Maria do Carmo Tridapalli Facchini (Prelúdio Poético, 2005; ...Com Liberdade às Borboletas!, 2009), Naomi Gevaerd (Os Sete Anos de Thalia, 2009, que ela mesma ilustrou) e Lilli Zwetsch Steffens (Nas Mãos de Deus, 2005), que chegou à oitava edição em 2010.


É o livro com o maior número de edições?


SAULO ADAMI – É, e acho que vai mais longe ainda. Nas Mãos de Deus é a história real de Lilli Zwetsch Steffens, que aos cinco anos de idade perdeu seus dois braços em uma moenda de cana, no interior de Lontras, Santa Catarina. A fatalidade não impediu que ela se desenvolvesse, se alfabetizasse, casasse, tivesse três filhos e ainda trabalhasse como costureira. É um grande exemplo de vida e de superação, que merecia ter a sua história publicada. Eu adaptei a autobiografia que ela escreveu com os pés. O livro teve oito edições de 2005 a 2010, e isso corresponde a uma tiragem superior a 7 mil exemplares. Os livros são vendidos pela própria autora, durante as palestras motivacionais que ela ministra por onde passa. É uma vitória para todos nós!


Qual o livro que mais o realizou, como autor?


SAULO ADAMI – Cada livro tem sua própria história, sua própria identidade e, é claro, a sua importância. Para mim, todos são interessantes e importantes, cada um é parte de mim, cada um é parte da minha história. Gosto de escrever e publicar literatura, e tenho mais uma dúzia de títulos esperando oportunidade. Tenho livros com peças teatrais, sobre cinema, com ensaios... Mas, oportunidades de publicação não surgem todos os dias, mesmo para quem é dono de uma editora.


A imprensa catarinense divulgou que você escreveu um livro em 23 dias. Foi isso mesmo?


SAULO ADAMI – Foi. De viagem marcada para Alto Paraíso de Goiás, contratei uma entrevistadora para me substituir durante minha ausência: Giselle Zambiazzi veio de São Paulo para entrevistar 12 pessoas. Ela fez tudo em nove dias, eu fiz a redação do livro também em nove dias. Depois que ele deu entrada na gráfica, ficou pronto em cinco dias. Foi o mais rápido que produzi depois de Walter Orthmann: 70 Anos de Trabalho na RenauxView (S&T Editores, 2008), produzido em 45 dias, e com uma agravante: Orthmann foi entrevistado sem saber do projeto do livro, ele só descobriu a surpresa quando abriu um pacote e descobriu que o presente, ao invés de ser uma placa de homenagem, era um livro contando a sua história. Esta imagem eu vou guardar para sempre na memória. Assim como Walter Orthmann também jamais se esquecerá daquele presente.


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Escritor catarinense resgata história secular

Narrativa revela ao público leitor a existência do único Kuranda branco que se tem notícia 

Giselle Zambiazzi

Livreverso Comunicação

Kuranda é um segredo. O segredo de uma história que anda. Tem vida própria. Percorre caminhos impensáveis. É invisível. Silenciosa. Mas acaba sendo encontrada em qualquer lugar do mundo, até os mais improváveis. Só lendo este livro até o final para entender.

Kuranda pode ser um nome. Pode ser um adjetivo. Pode ser uma missão. Nas mãos do escritor catarinense Saulo Adami, virou livro. Uma obra que é parte de um todo e que continua sua caminhada por todos os lugares. E pessoas.

Não se sabe ao certo onde ela começou. Mas conhece-se que parte de sua trajetória passa pela cidade catarinense de Laguna – uma das mais antigas do Brasil – há dois, três séculos. Lá havia um Kuranda, homem que dedica sua vida à cura de seus semelhantes sem ganhar nada material em troca, embora não fosse exatamente essa a ideia que uma parcela da sociedade fizesse questão de difundir.

De lá segue a história para outras localidades do litoral de Santa Catarina até sossegar por mais de 100 anos dentro de uma garrafa escondida no reboco de uma casa antiga construída em uma pequena cidade no Vale do Itajaí, bem próxima a Blumenau. Mas, para uma história como esta, o tempo é apenas mais um meio de alcançar seu objetivo.

Antes mesmo dele – o tempo – existir, ela já atravessava os séculos sempre passando de lábios a ouvidos necessariamente negros. A não ser por uma curiosa exceção: Modesto Couto, o primeiro e único Kuranda branco de que se tem notícia.

Foi a história dele que ficou guardada, desde 1908, dentro de uma garrafa escondida na parede de uma casa. Contada originalmente em alemão por um jornalista imigrante, foi parar nas mãos de Adami por uma obra do... hum... acaso. Embora seja evidente que aqui ela não caiba, ao mesmo tempo não há palavra melhor para descrever toda a trajetória desta história até chegar às mãos e ouvidos de um escritor apaixonado.

As minúcias estão todas neste livro de 112 páginas onde Adami conta o que é possível desvelar deste segredo e também como ele chegou em suas mãos, as transformações que lhe trouxe e o quanto o acompanhou todo o tempo, mesmo que ele não soubesse disso.

De lábios a ouvidos. Dos ouvidos ao papel. Do papel, às mãos de Adami. Das mãos de Adami, a você. O destino de Kuranda continua. E agora, você faz parte deste segredo.

Revista Bliz Esportiva destaca o livro “Arthur Schlösser”

Em sua edição número 13, a revista Blitz Esportiva, de Pomerode, publica matéria especial sobre o livro de Saulo Adami, “Arthur Schlösser e a criação dso Jogos Abertos de Santa Catarina” (S&T Editores, 2010). “Meio século em 144 páginas: escritor brusquense faz de sua 47ª. obra um resgate dos 50 anos dos JASC”, destaca a matéria. Acesse e leia mais:

www.adjorisc.com.br/jornaldepomerode/blitz-n-13

Livro sobre 40 anos da ABM ficará pronto em dezembro

Projeto criado pelos escritores Saulo Adami e Tina Rosa para resgatar a história da Associação Brusquense de Medicina, o livro Vielen Dank, Herr Doktor! Dos primeiros médicos aos 40 anos da Associação Brusquense de Medicina (S&T Editores, 2010) será entregue em dezembro, na sede da entidade, que tem como atual presidente Dr. George Maduell de Mattos. A busca pela parceria (patrocinadores) teve início em agosto de 2009, simultaneamente às pesquisas e a redação do livro. O livro terá como conteúdos básicos a história dos primeiros médicos que serviram à colônia Itajahy-Brusque (desde 1860), a fundação da Associação Brusquense de Medicina (1969), a ABM através dos tempos e a contribuição da ABM à medicina local, com histórias pitorescas narradas com humor pelos médicos do passado e do presente.

S&T Editores lançou três novos livros em uma semana



De 26 a 31 de outubro, a S&T Editores participou da 2ª. Feira do Livro de Brusque, na Praça do Sesquicentenário. No estande da S&T Editores estiveram à venda mais de 30 títulos nas áreas de literatura, história e biografia. O estande também teve uma movimentada agenda de lançamentos de livros e sessões de autógrafos com alguns autores já consagrados e outros estreantes. A programação começou dia 26 com sessão de autógrafos do 50º. livro da carreira de Saulo Adami, Kuranda. Dia 27, no Clube de Caça e Tiro araújo Brusque, Ricardo José Engel lançou Pedalando Pelo Tempo: História da Bicicleta em Brusque, e fez uma sessão de autógrafos dia 29, na Feira do Livro. Sábado, dia 30, Tina Rosa e Gênice Suavi lançaram O Anjo que te acorda, um presente para se dar de presente, uma extraordinária viagem visual ao interior de cada um de nós.


Durante a 2ª. Feira do Livro, o estande da S&T Editores foi sede de sessões de autógrafos com Gian Pietro Bontempi (João Paulo I: O Papa que queria mudar o mundo!), Valdir Appel (O Goleiro Acorrentado), Maria do Carmo Tridapalli Facchini (Prelúdio Poético e ...Com Liberdade às Borboletas!), Ivan Carlos Serpa (Entre o Rio e o Mar) e Celso Deucher (Brusque Polonesa).


Crédito da fotografia: TINA ROSA


Legenda da fotografia: O Anjo que te acorda estimula a reflexão dos leitores e os convida a olhar para dentro de si mesmos

Uma grande festa literária!

A segunda Feira do Livro de Brusque, de 26 a 31 de outubro de 2010, foi uma experiência extraordinária para a S&T Editores e seus autores. Estiveram presentes no seu estande Saulo Adami, Tina Rosa, Gênice Suavi, Celso Deucher, Gian Pietro Bontempi, Ivan Carlos Serpa, Maria do Carmo Tridapalli Facchini, Ricardo José Engel e Tarcísio Voss, autografando suas obras e atendendo ao público. Obras e autores da S&T Editores foram notícia nos jornais “Tribuna Regional”, “Município Dia-a-Dia”, “Guabiruba Zeitung”, “Jornal de Santa Catarina” e “Folha de Guabiruba”, nas emissoras da Rádio Diplomata FM, Rádio Araguaia AM e Rádio Cidade AM e nas estações TV Brusque e Canal X. A todos, nossos agradecimentos!



Legenda da fotografia: O italiano Rino Montibeller com as escritoras Tina Rosa, Gênice Suavi e Maria do Carmo Tridapalli Facchini na sessão de autógrafos de “O Anjo que te acorda”


Legenda da fotografia: Sessão de autógrafos de “O Anjo que te acorda”: Tina Rosa, Maria do Carmo Tridapalli Facchini, Gênice Suavi, Saulo Adami, Gian Pietro Bontempi, Rio Montibeller e a jornalista Aline Camargo.


Legenda da fotografia: Saulo Adami falou seu 50º. livro, o romance “Kuranda”, na abertura, dia 26.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

S&T Editores convida a todos!

Dias 26 e 27 de outubro, estarão sendo lançados dois novos livros com a marca de qualidade da S&T Editores: o romance KURANDA, de Saulo Adami, e o histórico PEDALANDO PELO TEMPO: HISTÓRIA DA BICICLETA EM BRUSQUE, de Ricardo José Engel.



Agende-se! Prestigie!





quinta-feira, 14 de outubro de 2010

S&T Editores vai lançar 50º. livro de Saulo Adami na 2ª. Feira de Brusque




Kuranda, romance de Saulo Adami (o 50º. livro de sua carreira), foi escolhido para abrir a série de atrações que a S&T Editores vai levar para a 2ª. Feira do Livro de Brusque, de 26 a 31 de outubro, na Praça Sesquicentenário. Kuranda será lançado na abertura da feira, dia 26 de outubro, ás 19 horas. O livro é ilustrado por fotografias de Tina Rosa, e sua trama foi inspirada em manuscrito encontrado no centenário casarão da família Lützen, no interior de Santa Catarina. Em suas 112 páginas, o autor conta a trajetória do personagem que há 20 séculos transmite seus conhecimentos de geração para geração.


Nascido em Brusque em 1965, Saulo Adami é autor de outros 49 livros nas áreas de literatura (poesia, conto, crônica, novela e romance), história e biografia, vários deles em co-autoria com Tina Rosa. Publicou seu primeiro livro (Cicatrizes, 1982) aos 17 anos, reunindo contos, crônicas e poesia. Membro da Academia de Letras Balneário Camboriú (cadeira 30, tendo como patrono Jorge Amado), dirige a S&T Editores, que de 2004 a 2010 lançou mais de 60 livros de 20 autores diferentes.


 

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Zico recebe livros da S&T Editores



Dia 10 de setembro, antes de participar de uma entrevista coletiva no Hotel Monthez, em Brusque, o ex-jogador do Flamengo e da Seleção Brasileira, Arthur Antunes Coimbra, o Zico, recebeu os escriotores Saulo Adami e Tina Rosa. Eles fizeram a entrega de alguns livros publicados pela S&T Editores que resgatam a história regional. Na manhã do dia 11, na Sociedade Esportiva Bandeirante, Saulo Adami autografou o 47o. livro de sua carreira: "Arthur Schlösser e a Criação dos Jogos Abertos de Santa Catarina" (S&T Editores, 2010, 144 páginas), com tiragem de 8 mil exemplares - distribuídos aos mais 7 mil atletas e dirigentes que participaram da edição cinquentenária dos JASC -, obra encomendada pelo desportista Rubens Facchini, que desde 1960 participa da organização desta competição.


Saulo Adami é referência em livro americano




Não é a primeira vez que Saulo Adami é referência em um livro dedicado às séries de cinema e TV “O Planeta dos Macacos/Planet of the Apes”. Agora, o autor é Rich Handley, que lançou pela Hasslein Books o livro “Timeline of the Planet of the Apes: The Definitive Chronology”. Adami é lembrado pelas publicações de seus livros “O único humano bom é aquele que está morto!” (1996) e “Diários de Hollywood: Um Brasileiro no Planeta dos Macacos” (2008) e pelo fanzine “Century City News International Edition” (1985-2000).


“Ape Chronicles” entrevista Saulo Adami




Fanzine dedicado às séries de cinema e TV “O Planeta dos Macacos/Planet of the Apes”, “Ape Chronicles” é editado por Terry Hoknes e Jeff Krueger desde 1991. Na edição número 50, lançada este mês no Canadá, o fanzine traz uma entrevista com o escritor Saulo Adami (tendo como intérprete Odilon Carlos Correa da Silva), primeiro autor não-estadunidense (desde o autor do livro que deu origem às séries, o francês Pierre Boulle) a escrever sobre o tema. Adami é autor de dois livros sobre estas séries de cinema e TV. O primeiro deles, “O único humano bom é aquele que está morto!” (São Paulo: Editora Aleph/S&T Produções, 1996), tratou dos bastidores e segredos desta série, e “Diários de Hollywqood: Um Brasileiro no Planeta dos Macacos” (Itajaí: S&T Editores, 2008), uma breve autobiografia sobre a sua convivência com astros e estrelas destas séries.

Arthur Schlösser é tema de novo livro de Saulo Adami




Arthur Schlösser, criador dos Jogos Abertos de Santa Catarina, é o personagem do novo livro de Saulo Adami, que será lançado dia 11 de setembro, às 19h30min, na Arena Brusque, durante a 50ª. edição dos Jogos Abertos de Santa Catarina. Arthur Schlösser e a criação dos Jogos Abertos de Santa Catarina (S&T Editores, 2010, 144 páginas), tem tiragem de 8 mil exemplares. O autor recorreu a entrevistas com outros personagens dos JASC (atletas, dirigentes e membros da comissão Central Organizadora), trabalho que coube à jornalista Giselle Zambiazzi. Acompanha o livro CD com a gravação do Hino dos JASC, obra de Eneida Nascimento Schaefer, interpretada pela Orquestra de Câmara de Santa Catarina, sob a regência do maestro José Nilo Valle.

Crédito da fotografia:
ACERVO RUBENS FACCHINI

Legenda da fotografia:
Arthur Schlösser (1916-1969) criou os Jogos Abertos de Santa Catarina e foi seu principal incentivador


Escritores da S&T Editores homenageados pela Câmara

Os escritores Saulo Adami, Tina Rosa e Gênice Suavi receberam da Câmara de Vereadores de Indaiatuba, São Paulo, moção de congratulações pelo lançamento do livro “Jornaes de Hontem: Manoel Ferreira de Miranda e o Primeiro Diário de Itajahy” (S&T Editores, 2010). A moção 35/2010 foi apresentada pelo vereador presidente da Câmara Municipal de Indaiatuba, Luiz Carlos Chiaparine, na sessão do dia 10 de agosto. Também recebeu moção a família Miranda, proprietária do jornal “Tribuna de Indaiá”. A obra, lançada em Itajaí em maio deste ano, foi patrocinada pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura, Fundação Cultural de Itajaí, Prefeitura de Itajaí, Dalçóquio e Distribuidora Müller.

“Nas Mãos de Deus” chega à oitava edição

Já está circulando a oitava edição do livro de Lilli Zwetsch Steffens e Saulo Adami, Nas Mãos de Deus: A Verdadeira História de Lilli Zwetsch Steffens (S&T Editores, 2010), com tiragem de 1 mil exemplares. Desde o lançamento de sua primeira edição, em 2005, o livro recebeu várias distinções, e Lilli foi agraciada com o Troféu Mais Você, do programa de Ana Maria Braga (Rede Globo), na categoria “Exemplo de Vida”, e a Medalha de Mérito Antonieta de Barros (2007), que tem como objetivo “reconhecer as pessoas físicas e jurídicas que realizaram relevantes trabalhos ou se destacaram na defesa dos direitos humanos”.

Adami recebe prêmio da Academia de Letras de Balneário Camboriú

Dia 29 de julho de 2010, às 19h30min, na Câmara de Vereadores de Balneário Camboriú, o escritor Saulo Adami recebeu uma placa da Academia de Letras de Balneário Camboriú por ser o acadêmico com o maior número de livros publicados. Adami ocupa a cadeira número 30 da academia, e é autor de 46 livros lançados de 1982 a 2010 nas áreas de literatura, história e biografia. Este é o segundo prêmio que Saulo Adami recebe de uma academia de letras no prazo de um ano. O primeiro deles foi compartilhado com sua esposa, Tina Rosa, com quem escreveu Histórias e Lendas da Cidade Schneeburg (S&T Editores, 2009), eleito o melhor livro de história do ano pela Academia Catarinense de Letras, de Florianópolis.

"Guabriuba de Todos os Tempos" tem sua primeira edição esgotada




A Sociedade Recreativa Guabirubense foi sede do lançamento do 46º. livro de Saulo Adami e Tina Rosa, Guabiruba de Todos os Tempos (S&T Editores, 2010, 504 páginas, R$ 50,00), publicado com o patrocínio do comércio e da indústria e com o apoio da Prefeitura Municipal e da Câmara de Vereadores de Guabiruba. O cerimonial foi apresentado pela escritora Gênice Suavi, e fizeram uso da palavra o vereador Nilton Rogério Kohler, representando o prefeito em exercício, Cesário Martins, e os escritores Saulo Adami e Tina Rosa. Apresentações musicais com alunos da Escola Carlos Maffezzolli, orientados pela professora Cláudia Rieg Baron (autora da pintura da capa do livro, que trouxe uma exposição de suas obras), e de Sidinei Ernane Baron, completaram o cerimonial que foi marcado por pronunciamentos emocionados. A primeira edição do livro, de 2 mil exemplares, já se encontra esgotada.
Saulo Adami deixou evidenciado que Guabiruba de todos os tempos "está longe de ser obra completa, pois acreditamos que no futuro próximo teremos outros autores interessados em recontar esta história e em contar histórias que não abordamos aqui. Afinal, obra completa é pretensão e livro definitivo é ilusão! Um livro não é a estação final de uma viagem pelo tempo. Um livro deve ser e sempre será o ponto de partida para uma longa e prazerosa viagem pelas origens de uma família, de uma cidade ou de uma nação. Foi este o propósito que nos moveu a escrever esta história, que não tem a pretensão de ser a melhor, a maior, a mais completa ou a mais importante. Assim como os pioneiros desta história, embora recém-chegados, somos imigrantes. Estamos conscientes de que nem tudo está contado aqui, o que seria pretensão de nossa parte, considerando que há muito ainda a ser pesquisado, documentado, ouvido, redigido, publicado divulgado e discutido sobre nossas origens, nossa história e o legado de nossos antepassados como agentes de transformação da comunidade na qual vivemos e trabalhamos. Não somos infalíveis, nem somos absolutos. Nem o pretendemos ser. O que os leitores vão encontrar são temas importantes relacionados à história de uma cidade. São as linhas gerais, são os principais assuntos que movem o pequeno grande universo desta comunidade. Uma comunidade construída por sua gente, ao longo de 150 anos”.

Tina Rosa lembrou de sua relação com o município de Guabiruba: “Meu amor por Guabiruba não começou com a preparação deste livro. Vem de muito, muito tempo atrás. Quando comecei minha carreira como fotógrafa profissional, na década de 1990, minhas lentes registravam os mais belos recantos verdes desta terra. Desde a produção de um jornal para a administração Valério Maffezzolli e Egon Schweigert, em 1992, tinha vontade de viver em um lugar como este. O tempo passou, conheci outras terras, e o dia de viver em Guabiruba chegou, meu novo lar por opção. Nasci e sempre vivi próxima do mar, porém sempre tive paixão pelo verde, pelos pássaros e pelos animais. Hoje, acordar e ver os pássaros diante de minha casa, é um privilégio. Acredito que esta paixão por Guabiruba me mostrava, desde aquela época, que eu tinha uma contribuição maior a oferecer para esta comunidade. Pois recebemos de nosso Pai Maior dons e habilidades que precisamos honrar, agradecer e compartilhar com nossos irmãos. Pois há um só criador, e nós somos todos um, o amor incondicional é a lei. O livro Guabiruba de Todos os Tempos é um desses presentes que gostaríamos de dar para esta terra que nos acolheu muito antes de vivermos aqui. Aqui, encontrei muitos amigos, parceiros de trabalho, pessoas que acreditam e comungam das filosofias que movem cada um de nós. Nesta terra, exercito o aprendizado de receber, de agradecer e de compartilhar. Porque o importante não é o quê você tem na vida, mas quem você tem na vida! - como nos ensinou William Shakespeare. Para ele, um dia a gente aprende que os bons amigos são a família que nos permitiram escolher. E que podemos fazer grandes coisas com os amigos, ou nada – e ainda assim termos bons momentos juntos. Foi com o apoio de amigos que esta obra tornou-se possível. Porque uma palavra de incentivo não tem preço. ‘Vão em frente, não dêem bola para os que não se importam!’, nos disse Ivan Tridapalli, o Vavá, o primeiro patrocinador que visitamos e o primeiro ‘sim’ que recebemos. Não importa o quanto algumas coisas são importantes para nós. Algumas pessoas simplesmente não se importam. Mesmo que seu coração seja partido, o mundo não pára para que você o conserte. Depois do primeiro “sim”, muitos outros vieram. Este livro é o resultado desta busca e destas parcerias. Quando todos nós estamos na mesma freqüência e buscamos o mesmo ideal, tudo flui naturalmente; e o que parecia impossível se torna real. Tão real quanto nossos sonhos: que todos possam compreender e caminhar na direção da luz. Na certeza de que vale a pena sonhar, com todas as letras!”.


Crédito das fotografias:
FOTO LUIZ/Guabiruba

Legenda das fotografias:

Saulo Adami e Tina Rosa fizeram a entrega de um exemplar à secretária da Educação de Guabiruba, professora Iracema Conceição Becker

A artista plástica Cláudia Rieg Baron, autora da tela que ilustra a capa, fez exposição de seu trabalho na noite de lançamento do livro

“Histórias e Lendas da Cidade Schneeburg” é premiado pela Academia Catarinense de Letras




Quinto e último livro de uma série sobre os 150 anos de Brusque produzida pela S&T Editores, e assinado pelos escritores e editores Saulo Adami e Tina Rosa, recebeu o reconhecimento da Academia Catarinense de Letras. Aos autores foi entregue dia 3, no restaurante Lindacap, em florianópolis, o diploma de mérito na categoria História pela publicação do livro Histórias e Lendas da Cidade Schneeburg (S&T Editores, 2009), uma solenidade marcada pela emoção dos premiados, reconhecidos pela mais importante academia literária do Estado, fundada em 1920, atualmente presidida por Lauro Junkes.



Além de Saulo Adami e Tina Rosa, foram premiados os escritores Pinheiro Neto, Histórias de (a)mar e outras (conto); Semy Braga, Mandrágora (poesia); Harry Wiese, A Sétima Caverna (romance); Mauro Júlio Amorim, Tanto de Memória, Tanto de História (crônica); Valter Manoel Gomes, Pesquisa de Historiador (ensaio); e Hoyêdo de Gouvêa Lins, pelo conjunto de sua obra.

Crédito da fotografia:
VIVIANE BORNHAUSEN

Legenda da fotografia:
Saulo Adami e Tina Rosa receberam o diploma de mérito da Academia Catarinense de Letras, em Florianópolis

S&T Editores lançou 11 livros em 2009

Dois mil e nove foi um ano de muito trabalho para Saulo Adami e Tina Rosa, da S&T Editores. De julho a dezembro, foram lançados 11 livros de 11 autores diferentes nas áreas de história, biografia, poesia, conto, crônica, romance e literatura infanto-juvenil. Com estes lançamentos, a S&T Editores chega à marca de 54 livros publicados desde 2004, quando foi editado História Secreta do Arrayal dos Cunhas.
Em 2009 foram editados os livros: Os Sete Anos de Thalia, de Naomi Gevaerd; Willy Hoffmann: Ambientalista por Vocação, Histórias e Lendas da Cidade Schneeburg e Vocação para o Trabalho: Kohler & Cia. – 60 anos de uma história construída em família, de Saulo Adami e Tina Rosa; Nas Mãos de Deus, de Lilli Zwetsch Steffens e Saulo Adami, em sua sétima edição revista e ampliada; Alienígenas no Comércio: Uma história sindical, de Edu Gevaerd Neto e Paulo Cesar Sedrez; Brusque Polonesa, de Celso Deucher; ...Com Liberdade às Borboletas!, de Maria do Carmo Tridapalli Facchini; Qual é a sua Verdade?, de Gênice Suavi, com fotografias de Tina Rosa; Judas e Jesus: Retratos de uma História, de Álvaro Lombardi (El-Ati-El), com ilustrações de Gabriela Lombardi; e Alma Poética, de Ana Lívia Lombardi, com ilustrações de Gabriela Lombardi.

domingo, 20 de junho de 2010

Três livros lançados em 40 dias


O ano de 2010 começou agitado para a S&T Editores. Num prazo de 40 dias, foram lançados três livros: Entre o Rio e o Mar, de Ivan Carlos Serpa; Jornaes de Hontem: Manoel Ferreira de Miranda e o Primeiro Diário de Itajahy, de Saulo Adami, Tina Rosa e Gênice Suavi; e O Goleiro Acorrentado, de Valdir Appel. Dia 24 de junho tem mais!



quarta-feira, 12 de maio de 2010

O segundo livro de Valdir Appel será lançado dia 29 de maio com selo da S&T




Fãs de futebol têm um compromisso imperdível no próximo dia 29 de maio, às 20 horas, no Degustu's Restaurante, em Brusque. Valdir Appel, ex-goleiro do Clube Esportivo Paysandú, do Clube Atlético Carlos Renaux e do Clube de Regatas Vasco da Gama vai autografar seu segundo livro de crônicas, "O Goleiro Acorrentado" (S&T Editores, 2010). A obra tem 256 páginas, é ricamente ilustrada com algumas fotografias do acervo de Valdir Appel e imagens exclusivas do fotógrafo Érico Zendron, produzidas a partir da década de 1950. A capa foi criada pelo publicitário Luís Teixeira, com ilustração do cartunista Aldo Maes dos Anjos, editor da revista Cartum.


quinta-feira, 29 de abril de 2010

"Entre o Rio e o Mar" foi lançado com sucesso em Itajaí, dia 20 de abril





O segundo livro do professor e historiador Ivan Carlos Serpa, Entre o Rio e o Mar: História da Administração Pública Municipal de Itajaí entre 1950 e 2000, publicação da S&T Editores, foi lançado com sucesso no Palácio Marcos Konder, em Itajaí, dia 20 de abril de 2010, às 20 horas. A obra é uma interpretação provocadora de debates, a visão pessoal do historiador para explicar, pela primeira vez, o processo político no município de Itajaí. O livro tem apresentação do também professor e historiador Edison d´Ávila, autor de Pequena História de Itajaí (1982). Na foto de Karina Adami o autor do livro, Ivan Carlos Serpa, e seus editores, Tina Rosa e Saulo Adami.

S&T Editores Publica Obras da Oficina do Amor Amigos de Sempre

Desde o final de 2009, a S&T Editores tem trabalho na produção das obras das Oficinas do Amor Amigos de Sempre, centros de difusão do holismo, sociedade civil de direito privado sem fins lucrativos que têm unidades em Alto Paraíso de Goiás (GO) e em Itajaí (SC). As primeiras publicações sob a responsabilidade da S&T Editores foram editadas em 2009 (Alma Poética, poesias psicofonadas por Ana Lívia Lombardi) e 2010 (Judas e Jesus: Retratos de uma História, de El-Ati-El), ambas ilsutradas pela artista plástica Gabriela Lombardi.

As Oficinas do Amor Amigos de Sempre reúnem grupos de pessoas devotadas a viver o amor para preservar a vida para sustentar a consciência; uma sociedade assistencialista propondo uma oficina de sentimentos e razão em cada coração e mente, através de atividades de esclarescimento hista, limpeza energética e auxílio à cura.

"Jornaes de Hontem" resgata a trajetória do professor e jornalista Manoel Ferreira de Miranda




A história do professor e guarda-livros Manoelzinho, pioneiro da imprensa de Itajaí, Santa Catarina, será contada por Saulo Adami, Tina Rosa e Gênice Suavi no livro “Jornaes de Hontem: Manoel Ferreira de Miranda e o Primeiro Diário de Itajahy”. Um dos 77 projetos aprovados pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Itajaí, o livro será lançado pela S&T Editores dia 19 de maio de 2010, às 19h30min, no Salão Nobre do Palácio Marcos Konder, em Itajaí. Conhecido como Professor Manoelzinho, Manoel Ferreira de Miranda nasceu em Itajaí na década de 1870 e morreu em São Paulo , capital, em 1939. Descendente de portugueses, foi colaborador dos semanários “Novidades” e “O Pharol”, a partir de 1904, e criou seus próprios jornais: “Gazeta de Itajahy” (1912-1915) e “Diário de Itajahy” (1914-1915), o primeiro diário local e um dos primeiros de Santa Catarina.


Professor Manoelzinho foi vítima da intolerância em sua terra natal. Durante o desfile de Carnaval de 1912, o bloco “Cara Dura” teve um de seus carros de crítica alvejado por tiros de carabina disparados por policiais do pequeno destacamento local, sob ordens do juiz de direito. Foram feridos o carpinteiro Paulo Marcello e o Professor Manoelzinho, que teve amputada sua perna direita, atingida por dois disparos. Este episódio ficou conhecido como “Carnaval Sangrento” e resultou, três anos depois, na saída do jornalista de Itajaí: ele perdeu o processo que moveu contra as autoridades locais.


Fundador e diretor da Escola Prática de Comércio de São Paulo, na década de 1930, Manoel Ferreira de Miranda escreveu o livro “Aprendiz Guarda-Livros”, que teve sua quarta edição em 1939, e ofereceu cursos por correspondência. Para Saulo e Tina, esta história merece ser contada por se tratar de um personagem que viveu à frente do seu tempo: “Professor Manoelzinho foi um agente transformador da sociedade”, afirmou o escritor. Nas cidades nas quais viveu em Santa Catarina , no Paraná e em São Paulo , Professor Manoelzinho ministrou seu curso de guarda-livros em aulas presenciais ou por correspondência, e editou jornais impressos em gráfica própria.


“Embora tivéssemos lido a respeito deste assunto em livros que resgatam a história da comunicação social de Itajaí nos séculos XIX e XX, nunca tínhamos visto um exemplar do primeiro jornal ‘Diário de Itajahy’”, contou Tina Rosa. “Quem chamou nossa atenção para o assunto, e principalmente para a biografia do professor Manoelzinho, foi a bibliotecária do Arquivo Público de Itajaí, Vera Lúcia de Nóbrega Pecego Estork, em janeiro de 2009” , disse Saulo Adami. A bibliotecária apresentou aos escritores a documentação doada ao acervo do Arquivo Público de Itajaí pelo tenente Ozi Ferreira de Miranda, nascido em Canoinhas, Santa Catarina, em 1920, sexto dos dez filhos do Professor Manoelzinho com a itajaiense Maria Murilla.


Para dar legitimidade às informações, os escritores foram à Vila São Francisco, São Paulo, entrevistar o tenente Ozi. Ele relembrou os últimos 19 anos da vida de seu pai, que morreu em São Paulo em 1939. Saulo Adami e Tina Rosa foram recepcionados por Ozi, sua esposa Thereza e seus filhos Eli e Ana Maria, um encontro que durou cerca de duas horas. Ozi morreu 60 dias depois.


“Jornaes de Hontem: Manoel Ferreira de Miranda e o Primeiro Diário de Itajahy” (S&T Editores, 2010) é o terceiro livro de Saulo Adami e Tina Rosa aprovado pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Itajaí (os anteriores foram “História Secreta do Arrayal dos Cunhas”, 2004, e “Itajahy na Visão dos Viajantes”, 2008) e o primeiro escrito em parceria com a pesquisadora Gênice Suavi. A publicação contou com o apoio da família de Ozi Ferreira de Miranda e o patrocínio das empresas Dalçoquio e Distribuidora Müller, de





Legenda da FOTO: Manoel Ferreira de Miranda, o Professor Manoelzinho: jornalista e guarda-livros que revolucionou a história da imprensa de sua terra natal, Itajaí.



Crédito da FOTO: Centro de Documentação e Memória Histórica da Fundação Genésio Miranda Lins (Itajaí, SC). Itajaí, e será vendida a preços populares.


Estão a caminho...

Vêm aí novos lançamentos!

* Jornaes de Hontem: Manoel Ferreira de Miranda e o primeiro diário de Itajaí (Saulo Adami, Tina Rosa e Gênice Suavi), dia 19 de maio de 2010, no Palácio Marcos Konder, em Itajaí;

* O Goleiro Acorrentado (Valdir Appel), data a confirmar;

* Guabiruba de Todos os Tempos (Saulo Adami e Tina Rosa), dia 24 de junho de 2010, na Sociedade Recreativa Guabirubense.

Nossos Novos Autores!

A passagem de 2009 para 2010 trouxe novos autores para a S&T Editores:

* Edu Gevaerd Neto e Paulo Cesar Sedrez (Alienígenas no Comércio)

* Celso Deucher (Brusque Polonesa)

* Naomi Gevaerd (Os Sete Anos de Thalia)

* El-Ati-El (Judas e Jesus: Retratos de uma história)

* Ana Lívia Lombardi (Alma Poética)

* Ivan Carlos Serpa (Entre o Rio e o Mar).

Conheça mais sobre estas obras e seus autores, acessando o setor Livros, neste blog.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Livro sobre Guabiruba será lançado em junho de 2010

Em junho de 2010, a comunidade terá sua história resgatada no livro Guabiruba de todos os tempos, projeto criado pela S&T Editores e que será executado em parceria com a iniciativa privada. O livro está sendo elaborado pelos escritores Saulo Adami e Tina Rosa, que além de pesquisar acervos privados e arquivos públicos, estão ouvindo alguns dos moradores mais antigos. As pesquisas documentais foram iniciadas em 2003, e o lançamento do livro está previsto para junho de 2010.

A exemplo do resgate histórico de Brusque e região que resultou na publicação de cinco obras (incluindo Histórias e Lendas da Cidade Schneeburg, premiado em 2009 pela Academia Catarinense de Letras como o melhor livro de história do ano), Guabiruba de todos os tempos vai trazer uma ampla visão da história local. Serão abordados, entre outros temas: colonização, comércio, indústria, administração pública, poder legislativo, educação, esporte, sindicalismo, religião, cultura, saúde, comunicação social, folclore e a participação de soldados guabirubenses nas guerras.

“Este é um projeto audacioso, que não poderia mais esperar para ser realizado. Quanto mais o tempo passa, mais a história não registrada se perde, mais desaparecem suas testemunhas oculares. Guabiruba merece ter seu lugar de destaque na historiografia de Santa Catarina, para ser vista e tratada com o respeito e a dignidade que merecem os cidadãos que aqui nasceram e os que a adotaram com seu lar”, destacou Tina Rosa.

A história de Guabiruba será contada por quem faz parte dela. Esta é a principal proposta do livro Guabiruba de todos os tempos. Desde a primeira quinzena de janeiro, os autores estão entrevistando alguns dos moradores mais antigos de cada bairro, representantes das diversas etnias que compõem o atual município de Guabiruba, criado em 1962, quando desmembrado do território de Brusque.

Mais de 50 entrevistas preservadas pelo Instituto Carlos Boos e pela S&T Editores, estarão no livro Guabiruba de todos os tempos. São entrevistas com Egon Beilfuss, Anselmo Boos, Érico Contesini, Paula Fuckner, Irmã Josette, Paulo Kohler, Damião Maffezzolli, Orlando Münch, Lino Nicoletti, Ingo Arlindo Renaux, Wilson Santos, Márcio Clóvis Schaefer, Ivo Silveira, Edinalte Elias de Souza, Monsenhor Valentim, Érico Vicentini e Marcelino Max Kohler, apenas para citar alguns exemplos.

Dia 9 de fevereiro, Saulo Adami ocupou a tribuna da Câmara de Vereadores de Guabiruba para a apresentação do projeto, da obra. Os vereadores confirmaram seu apoio à produção do livro, e as pesquisas prosseguem em ritmo acelerado. Representantes da indústria, do comércio e do poder público municipal estão sendo procurados e têm confirmado sua participação como patrocinadores do projeto.

Crédito da fotografia: TINA ROSA.

Legenda da fotografia: Saulo Adami apresentou o projeto do livro sobre Guabiruba aos vereadores da Câmara Municipal, dia 9 de fevereiro.


Poderia ter sido diferente...

Teria sido mais cômodo ter ficado em casa, escrevendo qualquer coisa ou coisa nenhuma. Mas, desacostumado a ficar parado, decidi sair, mesmo sem precisar. Eu não tinha uma agenda e o relógio eu havia abolido há anos! Por isso, caminhei sem pressa pelas ruas. Sempre que tenho vontade de correr, eu caminho. Sempre que preciso de inspiração, eu caminho. O que eu procurava era apenas uma boa história para contar. Fiquei surpreso ao encontrar tantas pessoas, de todas as idades, de todas as crenças e de todas as origens, interessadas nas mesmas histórias e lendas que eu.

Mais surpreso ainda fiquei ao descobrir que elas tinham grandes e emocionantes histórias para dividir comigo sobre pessoas que, mesmo desconhecidas para mim, me pareciam familiares... Pessoas que, mesmo tendo vivido em épocas diferentes, puderam me ensinar coisas fundamentais e chamar minha atenção para todas as pequenas coisas e as grandes pessoas que estavam ao meu redor. Estivemos juntos (passado e presente) na mesma sala, naquelas horas, trocando conhecimentos e revivendo a extraordinária experiência de compartilhar conquistas estimulantes e perdas irreparáveis. Juntos, nos permitimos nos emocionar e soltar gostosas gargalhadas!

Teria sido mais simples ter escrito menos, ter pesquisado menos, ter poupado horas e horas de entrevistas e de consultas a documentos empoeirados e mal guardados... Teria sido mais simples se eu tivesse atendido menos telefonemas ou esperado mais tempo na recepção das empresas que visitei e que me estimularam a desistir da espera para não ter que dizer, com todas as letras, que não tinham interesse em participar deste projeto. Teria sido mais proveitoso para mim se eu tivesse tido mais paciência com pesquisadores, memorialistas, historiadores ou pretensos entrevistados que me fizeram gastar sola e saliva para, ao final, me darem a resposta ensaiada: Não! Talvez eles não saibam, mas não me aborreceram. Porque desde menino eu já sabia que quem menospreza a capacidade de alguém ou insulta outra pessoa para se ver livre dela, não quer outra coisa a não ser posar de superior ou mascarar a sua incompetência.

Desinteressado em bater boca com quem não valia a pena, e determinado a cumprir minhas metas, decidi sair de casa para contar algumas histórias não contadas, para ouvir pessoas não lembradas, para revelar documentos considerados de menor importância pelos acadêmicos. Minha curiosidade e meu interesse me levaram para fora da minha casa e do meu quintal, me levaram para além das fronteiras do meu bairro e da minha cidade... Foi lá fora onde encontrei muito mais coisas novas do que minha curiosidade poderia supor.

Caminhei por outras cidades em busca de suas lendas, de suas histórias secretas ou proibidas; histórias e lendas que, juntas, poderiam me ajudar a contar as que eu pretendia revelar no livro que eu gostaria de escrever e de publicar. Diante do que vi e ouvi, perguntei: “Onde estão os historiadores desta cidade? Por que eles não tiram o gesso para pegar a estrada?”. O tempo passou tão depressa, quase não me dei conta das noites amanhecidas diante do computador. Quase não me dei conta das tardes anoitecidas visitando os arquivos históricos pesquisados e as bibliotecas consultadas.

Confesso... Teria sido mais simples ter publicado apenas o primeiro livro (ou nenhum!) e ter me encastelado na Estância São Francisco de Assis. Sim, teria sido mais simples ter me dedicado a encontrar uma dúzia de desculpas (convincentes!) para explicar aos leitores e aos veículos de comunicação, ávidos por novidades, porque eu não continuaria o projeto anunciado com tanto entusiasmo. Em nenhum momento cogitei a possibilidade de abortar o projeto ou de desistir das buscas por colaboradores e patrocinadores. Mesmo quando a sua execução parecia incerta, mesmo quando as manhãs, tardes e noites trabalhadas diante do computador passaram mais depressa do que pretendia. Mesmo quando as horas, os minutos e segundos diante do computador passaram mais lentos do que gostaria.

Sim, teria sido mais simples lamentar a falta de sensibilidade de alguns empresários ou chorar a falta de leitores interessados em consumir obras de cunho histórico... Eu não dormiria descansado consciente de que, por medo de errar ou por medo de não agradar a um leitor ou aos pesquisadores, memorialistas e historiadores, eu tivesse desistido de um dos mais estimulantes desafios de minha vida. Como sonhador profissional, eu teria perdido uma grande oportunidade! Seria muito triste voltar para casa sem uma história para compartilhar com nossos leitores, que esperam para conhecer os caminhos que percorremos. Para eles, não importa se quem conta a história tem formação acadêmica ou nunca passou da quarta série primária.

Se tivesse recuado diante do primeiro Não! ou desistido ao conhecer um ponto de vista diferente do meu, eu não estaria agora escrevendo as notas finais desta quinta obra da série publicada com Tina Rosa e com a boa vontade de nossos abnegados colaboradores. Ao invés disso, eu estaria assinando um acanhado pedido de desculpas por não ter acreditado na única pessoa da qual eu não jamais deveria ter desistido: de mim mesmo!

Saulo Adami

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Saulo Adami e Tina Rosa recebem prêmio da Academia Catarinense de Letras, dia 3

A Academia Catarinense de Letras entregou dia 3 de dezembro de 2009, às 20 horas, no restaurante Lindacap, em Florianópolis, oito prêmios às personalidades que se destacaram nas diversas áreas da cultura de Santa Catarina no biênio 2008/2009. Os escritores e editores Saulo Adami e Tina Rosa receberam o diploma de mérito na categoria história pela publicação do livro Histórias e Lendas da Cidade Schneeburg (S&T Editores, 2009), quinto e último livro da série sobre os 150 anos de fundação de Brusque.

Além de Saulo Adami e Tina Rosa, serão premiados outros escritores: Pinheiro Neto, Histórias de (a)mar e outras (conto); Semy Braga, Mandrágora (poesia); Harry Wiese, A Sétima Caverna (romance); Mauro Júlio Amorim, Tanto de Memória, Tanto de História (crônica); Valter Manoel Gomes, Pesquisa de Historiador (ensaio); e Hoyêdo de Gouvêa Lins, pelo conjunto de sua obra.

Dois mil e nove foi um ano de muito trabalho para Saulo Adami e Tina Rosa, da S&T Editores. De julho a dezembro, foram lançados 11 livros de 11 autores diferentes nas áreas de história, biografia, poesia, conto, crônica, romance e literatura infanto-juvenil. Com estes lançamentos, a S&T Editores chega à marca de 54 livros publicados desde 2004, quando foi lançado “História Secreta do Arrayal dos Cunhas”.

Em 2009 foram editados os livros: Os Sete Anos de Thalia, de Naomi Gevaerd; Willy Hoffmann: Ambientalista por Vocação, Histórias e Lendas da Cidade Schneeburg e Vocação para o Trabalho: Kohler & Cia. – 60 anos de uma história construída em família, de Saulo Adami e Tina Rosa; Nas Mãos de Deus, de Lilli Zwetsch Steffens e Saulo Adami, em sua sétima edição revista e ampliada; Alienígenas no Comércio: Uma história sindical, de Edu Gevaerd Neto e Paulo Cesar Sedrez; Brusque Polonesa, de Celso Deucher; ...Com Liberdade às Borboletas!, de Maria do Carmo Tridapalli Facchini; Qual é a sua Verdade?, de Gênice Suavi, com fotografias de Tina Rosa; Judas e Jesus: Retratos de uma História, de Álvaro Lombardi (El-Ati-El), com ilustrações de Gabriela Lombardi; e Alma Poética, de Anna Lívia Lombardi, com ilustrações de Gabriela Lombardi.